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  • Review: Starter’s Kit da Barba Brada

    Review: Starter’s Kit da Barba Brada

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    Tipo de produto: óleo para barba
    Função: hidratar e suavizar a barba
    Ingredientes principais: óleo de jojoba, óleo de rícino, óleo de amêndoa
    Quando usar: após a limpeza

     

    Textura: óleo
    Aroma: Wild Woods (eucalipto, cedro e alecrim), The Original (menta e lavanda), Tejo (jasmim, bergamota e ylang-ylang), Citrous Fall (laranja, canela e árvore do chá)

     

    Embalagem: frasco de vidro com dispensador
    Quantidade: 4 x 5 ml

     

    Preço: 16,95€
    Onde comprar: site da Barba Brada

     

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    A primeira vez que ouvi falar da Barba Brada foi há cerca de um ano, em casa de um amigo que é fã da marca. Há uns tempos atrás ajudei-o com uma crise de dermatite seborreica e ele estava a mostrar-me os produtos que agora usa quando se lembrou de me mostrar as últimas aquisições para a barba: óleos. Tinha adquirido um Starter’s kit da Barba Brada para poder testar os vários aromas (embora por aquela altura já não tivesse o Tejo porque tinha havido um acidente) e tive a oportunidade de ver os óleos e os seus aromas logo na altura. Eventualmente lembrei-me de contactar a marca a propósito de um passatempo para o Dia do Pai (que está a decorrer aqui) e aproveitei para pedir um Starter’s Kit para o meu namorado testar, daí que por esta altura já conseguimos fazer uma review.

     

    Primeiro que tudo tenho a dizer que gosto muito da ideia de existir um kit de experimentação. Como a marca é vendida online, é difícil acertar à primeira no aroma preferido, por isso gosto de ter a possibilidade de encomendar um kit com os vários aromas disponíveis. A única diferença entre os vários óleos é mesmo o aroma, pois a base é sempre a mistura de três óleos (amêndoa, rícino e jojoba), por isso a decisão no que diz respeito a qual escolher só recai mesmo nas notas aromáticas de cada um, já que todos desempenham a função com a mesma qualidade. Pessoalmente adoro o Citrous Fall para o tempo frio e o The Original para o tempo quente.

     

    Quanto à utilização do produto, só é pena que o óleo custe a sair da embalagem. Dada a embalagem com sistema de dispensa de gotas, esperava que a dispensa fosse fácil, deixando cair as 2-3 gotas necessárias para a aplicação na barba, quando na verdade temos de tirar as gotas um pouco à força. Depois de conferência com o meu amigo, parece que este é um problema que já foi assinalado pela marca e pretendem corrigi-lo num futuro próximo, portanto agora é esperar por dias melhores para as embalagens. Dito isto, depois da chatice que é tirar as infames gotinhas de óleo da embalagem, acontecem maravilhas com barbas alheias. Não só a barba fica com um leve aroma, como fica muito mais macia. Além disso, para barbas mais compridas, este processo ajuda a prevenir as pontas espigadas e ajuda ainda a domá-la um pouco (barba mais fofa torna-se melhor comportada, em vez que andar com pêlos um para cada lado que dão aquele ar despenteado). Não se esqueçam é que não podem abusar da quantidade de óleo, senão passa de “barba fofa e cheirosa” a “barba demasiado brilhante e com ar oleoso”. 2-3 gotas fazem tudo aquilo de que necessitam.

     

    Portanto amigos barbudos, façam-se a estes óleos. Se quiserem arriscar nas embalagens grandes de 30 ml, elas também custam 16,95€ e ainda têm uma quinta opção de aroma, o Black Rum – com aroma a rum negro, tal e qual o nome promete.

     

    *produto fornecido pela marca para review

  • O melhor champô seco: Batiste vs Klorane vs CoLab

    O melhor champô seco: Batiste vs Klorane vs CoLab

    Encontrar um bom champô seco é uma tarefa árdua, especialmente com tão pouca oferta no nosso país. Para mim um bom champô seco tem de limpar devidamente o cabelo entre lavagens, dar um pouco de volume e não deixar resíduo. De preferência, deve ter tamanho de viagem, porque gosto de manter um na mala para emergências. Assim, resolvi fazer um post de resumo com as características dos três champôs secos que tenho cá em casa: Klorane, Batiste e CoLab.

     

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    Batiste
    Tamanho de viagem: sim
    Preço: 1,75€/50ml, 3,75€/200ml
    Resíduo: não
    Volume: sim
    Versões: normal, volume XXL, cabelos escuros, cabelos louros
    Aroma: vários, agradáveis
    Disponibilidade: online (Primor, FeelUnique, Maquillalia)

    Opinião: Este é o meu favorito de todos por várias razões, desde o preço ser o mais simpático de todos, ao facto de não deixar resíduo e de limpar bem o cabelo. É aquele champô que eu noto que faz mesmo a diferença a nível de oleosidade e de conferir um pouco de volume (não muito, só mesmo aquele ar “descolado” do couro cabeludo) e que ainda por cima tem tamanho de viagem. Resulta bem em cabelos finos e em cabelos grossos e existem várias versões para cada necessidade. Sinceramente nunca usei o de cabelos escuros porque apesar do meu ser muito escuro, não noto qualquer resíduo com a fórmula normal. Os aromas são leves e agradáveis e é super rápido de usar.

     

    CoLab

    Tamanho de viagem: sim
    Preço: 2,50€/50ml, 4,50€/200 ml
    Resíduo: não
    Volume: sim
    Versões: normal e Extreme Volume
    Aroma: vários, agradáveis
    Disponibilidade: online (Primor, FeelUnique)

    Opinião: Este champô ocupa a posição #2 no meu rank. O preço é suficientemente parecido com o da Batiste para não ser uma questão relevante e também noto que faz a diferença no meu cabelo. O que gosto menos em relação ao da Batiste é o facto de achar que não limpa tão bem e não dá tanto volume (estou a ser picuinhas aqui, este é um bom champô seco). Provavelmente vou experimentar adquirir o de volume só para ver se é algo relacionado com esta fórmula ou se é transversal à marca toda. Tal como o Batiste, não deixa qualquer resíduo no cabelo. Os aromas são um pouco mais próximos aos de laca dos anos 90 do que o da Batiste, o que não seria uma questão se não houvesse outra alternativa viável no mercado, mas a verdade é que existe. Por curiosidade, este champô seco deixa um efeito frio muito marcado que não noto com qualquer outro e que acaba por dar uma sensação de frescura capilar mais intensa.

     

    Klorane

    Tamanho de viagem: sim
    Preço: 12€/150ml
    Resíduo: sim
    Volume: não
    Versões: normal, cabelos oleosos e cabelos escuros
    Aroma: difícil de descrever, mas é dos que eu tenho de suster a respiração enquanto coloco e a seguir sair do WC
    Disponibilidade: farmácias e parafarmácias

    Opinião: Pergunto-me como é que usei champô seco da Klorane durante tanto tempo e aguentei. Eu sei que há muita gente que o adora, mas depois de experimentar od a Batiste e o da CoLab, desculpem, nem sequer sei se vou voltar a dar uso a este. Não sei bem por onde começar, mas vamos começar pelo preço: 12€ (mais do dobro) por 3/4 da quantidade das outras opções. Vou ser clara e dizer que pagaria de bom grado este valor se o produto fosse espectacular, mas não é. O resíduo desta opção é muito intenso (mesmo na opção “cabelo escuro” que me deixa com ar de quem envelheceu 20 anos até escovar tudo aquilo à força depois de o deixar actuar) e fica com o aspecto de caspa mesmo depois de muita escovadela. Além disso, o aroma é terrível, a ponto de ter de suster a respiração enquanto o aplico e fugir a correr do WC logo a seguir para poder respirar. A única grande vantagem deste champô é o facto de poder ser encontrado praticamente em qualquer sítio do país, mas muito honestamente não compensa. De forma nenhuma.

  • À conversa com a Marta do A pele que habito

    Mais uma semana, mais uma convidada. Desta vez a Marta do a pele que habito, uma colega farmacêutica que dedica grande parte do tempo no blogue a escrever posts científicos bastante completos e que são uma referência na blogosfera. Também fiquei a conhecê-la graças ao evento da Youth Lab que organizei em Novembro e foi também directa para a minha lista do InoReader. Fiquem então com as respostas da Marta às perguntas que lhe fiz.

     

    Ser blogger muda-nos os hábitos. Quais foram as mudanças mais notórias na tua vida e nas tuas rotinas?
    Se muda! Passei a tirar quase todos os bocadinhos livres para pesquisar, procurar ideias para novas publicações e escrever. Por outro lado, as minhas contas pessoais de facebook e instagram passaram a estar quase desertas ahah
    Acima de tudo tive que melhorar a minha gestão do tempo, ainda para mais agora que comecei a estagiar…

     

    Apesar de experimentares muitas coisas novas, há aqueles produtos que continuas a ter sempre à mão. Quais são esses produtos?
    As máscaras hidratantes Hydraphase da La Roche Posay são sem dúvida um dos meus musts. Também não dispenso o esfoliante de corpo Argiloterapia da Boticário nem o batom para o ciero da Neutrogena, que é das poucas coisas que realmente hidrata e repara os meus lábios.

     

    Se pudesses escolher um produto no mundo para receberes e testares, qual seria?
    Talvez o sérum C E FERULIC da Skinceuticals.

     

    Quais são os posts que te dão mesmo gosto escrever e que te saem num instante?
    Sem dúvida aqueles em que falo de ingredientes, ou tipos e problemas de pele. Adoro!

     

    Há alguma batota que faças e que tens relutância em admitir (numa de faz o que eu digo e não faças o que eu faço)?
    Praticamente não uso creme hidratante de corpo… E é uma desgraça.

     

    Este ou aquele:
    – fotografar logo os produtos ou usar primeiro?
    Usar primeiro, para saber bem o que quero fotografar

    – posts ou vídeos?
    Escrever posts e ver vídeos. Sou completamente youtubeaholic.

    – aproveitar produtos acessíveis ou investir em produtos caros?
    Produtos acessíveis sempre que possível, produtos caros só quando não há um substituto mais barato.

    – maquilhagem ou skincare?
    Skincare, sem dúvida.

    – rotina rápida ou “hora da pele/maquilhagem”?
    Rotina tão rápida quanto possível, com um dia de mais mimos para a pele ao fim-de-semana 🙂

  • Notas soltas – fevereiro 2016

    Notas soltas – fevereiro 2016

    Não sei exactamente o que se passou este mês, mas ele voou (e não me parece que 1 ou 2 dias a menos no mês façam assim aquela diferença enorme neste aspecto). A quantidade de trabalho foi imensa, as viagens de carro foram muitas e não sei onde foi parar este mês. De qualquer forma, aqui ficam os registos das coisas que andei a fazer.

     

    Leituras

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    Reli A Sociedade Literária da Tarde da Casca de Batata, porque finalmente arranjei-o em papel (tinha lido no Kindle). Adoro livros sobre livros e sobre pessoas que gostam de ler, e este é um dos meus favoritos. Depois resolvi ir para mais um sítio seguro e comecei a ler O Menino de Cabul. Já é o terceiro livro que leio do Khaled Hosseini e soube logo desde a primeira página que ia gostar dele. Não sei explicar, mas há um certo conforto em ler livros de autores que já sabemos que escrevem ao nosso gosto, especialmente quando estamos numa fase em que temos menos vontade de ler.

     

    Séries

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    Continuo a rever Gilmore Girls e a acompanhar iZombie e How to Get Away With Murder, mas resolvemos terminar de ver Firefly este mês. Já só nos falta ver o Serenity (e depois comprar os quatro volumes de BD).

     

    Sítios em Portugal

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    Como fui passar um fim de semana a Cerveira, desta vez as recomendações são mais vastas. Em Caminha fomos ao Jeni’s Diner, um diner de um casal de americanos que se mudou para Portugal. Apesar de não ter achado os hambúrgueres nada de especial, a oferta de snacks é muito apetecível e ainda vou lá voltar para os experimentar. As batatas fritas eram divinais e há a vantagem de terem bebidas que não se arranjam facilmente por cá, como a 7UP de cereja. Além disso, o ambiente é espectacular e super descontraída, coma  filha bebé do casal a fazer as delícias de quem lá estava a jantar, porque estava num bouncer à beira do pai.

    Em Cerveira fomos à Pizzaria Toni, que está aberta desde 1985 e serve pizzas em forno de lenha óptimas, bem como um “pão de alho” feito de massa de pizza. Acho que foi o meu sítio preferido até agora em Cerveira e é certo que vou lá voltar.

    Dito isto, tenho que referir que Cerveira é linda e tem vistas brutais. Os pais do Nelson têm casa lá, por isso temos ido com alguma frequência, mas se não conhecem a zona e estão à procura de um bom sítio para descansar, não vos consigo recomendar nada melhor e tão perto do Porto.

    Numa nota bastante diferente, queria apenas fazer menção a um restaurante de fast food que adoro há meses. O dono do Real Indiana resolveu abrir um restaurante de fast food indiana no Arrábida Shopping chamado Indi Go e eu estou tão viciada naquilo que os funcionários já me conhecem todos (e são extremamento fofos e simpáticos, incluindo aceder a pedidos especiais como a carne já vir cortada para a minha mãe porque ela fez um corte enorme num pulso e tinha dificuldades em utilizar talheres). O menu permite escolher o tip de carne, o molho, o arroz, o naan e ainda traz uma salada. Eu sou muito pouco original e eles também já sabem o meu pedido de cor. chicken tikka masala com arroz aromatizado e naan de alho e ervas. Se forem um dia destes ao cinema no Arrábida, passem por lá, que vale bem a pena e é uma alternativa diferente à habitual comida de shopping.

     

    Outras compras

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    É possível que eu ande um bocado viciada em sapatos. Desta vez fui ao El Corte Inglés comprar uns stilettos da Nine West, porque os sapatos são brutais e a marca está a ser descontinuada (e eu este ano tenho dois casamentos e não tinha uns bons sapatos nude). Isto depois de ter comprado um par de Melissas Incense no mês anterior. Agora se calhar já é altura de parar de comprar sapatos de salto alto e comprar as sapatilhas pretas de que estou mesmo a precisar e que devia ter comprado em vez destes…

    Entretanto a minha mãe, depois de provar cá em casa umas torradas com doce de maçã bravo de Esmolfe e canela da Meia Dúzia, decidiu comparticipar uma extensão da colecção de compotas cá de casa e ofereceu-me mais duas de melancia e morango (porque esta eclipsa-se num instante cá em casa) e outra de ameixa rainha cláudia com tomilho limão. Cá por casa já existiam também os de cereja do Fundão com lima e o de pêra rocha com baunilha. Acho que é fácil de perceber que gosto mesmo das compotas da marca. Podem encontrá-las na loja da marca no MarShopping, mas eu até costumo comprá-las na Saboriccia na Rua de Santa Catarina.

  • À conversa com a Catarina do A Girl in Mint Green

    À conversa com a Catarina do A Girl in Mint Green

    Para variarmos isto do habitual “o que é que a Ana acha sobre coisas”, resolvi fazer umas perguntas giras às minhas bloggers preferidas. Não só porque acredito que há espaço na blogosfera para toda a gente e que só ganhamos com a partilha de boa informação, mas também porque eu quero mesmo saber estas coisas sobre elas.

     

    Sendo assim, abram-se as alas para mais vozes neste blogue e vamos dar as boas vindas à primeira convidada desta rubrica, a Catarina do A Girl in Mint Green. Fiquei a conhecer a Catarina porque convidei-a para um evento da Youth Lab em Novembro (apesar de entretanto termos chegado à conclusão que na altura em que eu vivia com colegas de casa uma delas era uma amiga da Catarina, sendo que ela chegou a ir lá… porque o mundo é uma ervilha). Além de ter um blogue espectacular que foi parar imediatamente à minha lista do Inoreader, a Catarina é uma fofa e tem uma wishlist de batons parecida com a minha. 

     

    Sem mais demoras, aqui vem ela:

     

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    Ser blogger muda-nos os hábitos. Quais foram as mudanças mais notórias na tua vida e nas tuas rotinas?

    Actualmente, uma boa parte do meu tempo livre é dedicada ao blogue, seja a escrever posts ou a fotografar. Ou até mesmo a visitar outros blogues! Como tal, passei a ter menos tempo livre para outros hobbies, como por exemplo ver um filme ou ler um livro. Mas não me arrependo absolutamente nada. Sinto que o tempo que direcciono para o blogue é muito bem empregue, porque não só estou a fazer aquilo que gosto, como também estou a melhorar as minhas soft skills. Desde que tenho o blogue sinto que sou uma pessoa mais organizada, que gere melhor o seu tempo e aprendi uma data de coisas novas. Evolui na minha escrita, fotografo melhor, interessei-me sobre marketing e ainda conheci pessoas fantásticas (tu incluída, Ana!). Resumidamente, tenho menos tempo livre, mas é tempo para fazer o que gosto.

     

    Apesar de experimentares muitas coisas novas, há aqueles produtos que continuas a ter sempre à mão. Quais são esses produtos?

    Os produtos que nunca deixo que faltem no meu stock são sobretudo os produtos capilares, como por exemplo os meus champôs de tratamento (sobretudo o Kerium da La Roche-Posay) e até mesmo os suplementos anti-queda. Esses nunca podem mesmo faltar! Já para o rosto, nunca falta uma água micelar da Bioderma para a limpeza e um Effaclar Duo para me ajudar nas alturas de crise (malditas borbulhas!).

     

    Se pudesses escolher um produto no mundo para receberes e testares, qual seria?

    Esta é tramada… São tantos, minha gente, tantos! Mas aquele que anda debaixo de olho há imenso tempo é o Blemish + Age Defense da SkinCeuticals. Eu sei que estou a ser um bocado tótó, visto poder escolher qualquer produto no Mundo e estou a optar por um que existe ali na farmácia da esquina. Mas é um produto que quero mesmo experimentar e ainda não o fiz porque ele não é amigo da minha conta bancária.

     

    Quais são os posts que te dão mesmo gosto escrever e que te saem num instante?

    Curiosamente, os posts que me dão mais gosto escrever são os que não me saem assim num instante. E são eles os da minha rubrica SciSkin. Nesta rubrica tento sempre abordar o skin care de um ponto de vista mais científico, seja algo sobre a pele em si, ou sobre alguns ingredientes cosméticos. No entanto, fico sempre na dúvida se as pessoas estão a perceber o que eu lhes estou a dizer, quando começo com a minha conversa de cientista. Como tal, perco algum tempo a rever a escrita e adaptar as palavras para um contexto mais informal. Mas esse tempo perdido vale a pena porque é algo que me interessa mesmo. Um dia ainda hei-de ter a minha empresa de produtos de skin care, oh se hei-de (sonhar ainda não paga imposto).

     

    Há alguma batota que faças e que tens relutância em admitir (numa de faz o que eu digo e não faças o que eu faço)?

    Claro que sim! Eu sou SUPER preguiçosa com a hidratação do meu corpo. A minha rotina de rosto é sem dúvida a rainha, com direito a tudo e mais alguma coisa. Do pescoço para baixo… Opa está tanto frio, percebes?

     

    Este ou aquele:

    – fotografar logo os produtos ou usar primeiro? Tento fotografar primeiro mas uma boa parte das vezes a curiosidade fala mais alto.
    – posts ou vídeos? Posts.
    – aproveitar produtos acessíveis ou investir em produtos caros? Mais recentemente tenho tentado investir em produtos mais caros. Nem sempre os produtos mais caros são aqueles que garantem os melhores resultados, eu sei disso. Existe muita publicidade enganosa por aí. E também fico mesmo feliz quando descubro uma pechincha que funciona às mil maravilhas. No entanto, todos nós sabemos que produtos com ingredientes de melhor qualidade irão ser mais caros. E eu prefiro ter um produto que funcione mesmo e seja mais caro, do que um barato que fique aquém das minhas expectativas.
    maquilhagem ou skincare? SKIN CARE!
    rotina rápida ou “hora da pele/maquilhagem”? Sempre que possível, hora da pele. Durante a semana é complicado, pelo que tento ter uma rotina rápida mas eficaz. Mas ao fim de semana a coisa muda de figura e venham as máscaras hidratantes, as esfoliações, os séruns…!

  • Primeiras impressões: Drops of Youth da The Body Shop

    Primeiras impressões: Drops of Youth da The Body Shop

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    A gama Drops of Youth é uma das minhas preferidas da The Body Shop (juntamente com a Oils of Life), por isso é sempre com curiosidade que recebo as novidades referentes a ela. Desta vez, além de embalagens renovadas (e de um aspecto novo para o sérum estrela da marca), a The Body Shop lançou também dois novos produtos: uma essência e um hidratante. Apesar de gostar de algum tempo para fazer review, deixo-vos já as minhas primeiras impressões sobre os três produtos que recebi.

     

    Drops of Youth Concentrate – as originais “drops of youth”, produto do qual derivou toda a gama. O sérum apresenta-se agora com um conta-gotas standard em vez do sistema em que tínhamos de carregar na tampa, e está disponível em três tamanhos: 10, 30 e 50 ml. O sérum tem uma textura muito leve e continua a ser um produto com muita qualidade e óptimo para combater as primeiras rugas. Pessoalmente gosto mais desta embalagem, não só pela simplicidade de design, mas também porque sou fã confessa de produtos com embalagem conta-gotas com pompete.

     

    Drops of Youth Cream – o meu favorito dos três. Tem um aroma absolutamente divinal e fresco, e a sensação na pele após aplicação é de uma frescura incrível. A minha pele mista adorou-o, mas estou a reservá-lo mais para a fase da primavera, pois é tão fresco que agora nem dá muita vontade de colocar. A textura é de uma emulsão leve e fácil de espalhar, não gordurosa. Se têm pele seca vão provavelmente achá-lo pouco nutritivo, mas se a vossa pele for semelhante à minha então têm aqui uma boa opção.

     

    Drops of Youth Essence Lotion – esta loção confere uma camada extra de hidratação à pele e é ideal para dias em que sujeitámos as nossas peles a agressões como ar condicionado ou frio e vento intensos. Acho a textura um pouco espessa demais para o meu gosto, mas a verdade é que resulta e a pele fica mais hidratada com este passo. Para peles secas, é sem dúvida um produto a ter em conta, especialmente se tiverem muita tendência a desidratar.

  • Produtos novos – fevereiro 2016

    Mais um vídeo! Desta vez com as novidades cá por casa (e já vai ligeiramente desactualizado, que já há pelo menos mais 3 coisas), entre produtos comprados e produtos recebidos.

     

     

    Produtos mencionados:
    Batiste Dry Shampoo
    Eucerin Shower Oil
    Youth Lab Cleansing Radiance Mask
    Sesderma C-Vit Mask
    Bioderma Hydrabio Perfecteur SPF30
    Bioderma Hydrabio Água Micelar
    The Body Shop Drops of Youth Concentrate
    The Body Shop Drops of Youth Essence Lotion
    The Body Shop Drops of Youth Cream
    Avon Perfectly Matte Lipsticks

  • Review: Batons Perfectly Matte da Avon

    Review: Batons Perfectly Matte da Avon

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    Tipo de produto: baton
    Cor: disponível em 10 tons, os presentes na review são o Absolute Coral, Vibrant Melon e Red Supreme (ordem da foto)
    Acabamento: matte
    Pigmentação: elevada
    Durabilidade: alta

    Embalagem: embalagem clássica de baton em preto e prateado
    Quantidade: 3,6 g

    Preço: 12€ (actualmente em promoção, podem adquirir 2 por 9,90€)
    Onde comprar: revendedora Avon

     

    Arranjem-me um baton vermelho e eu estou lá. Especialmente se esse mesmo baton for o matte mais confortável que já experimentei e se vier acompanhado de um rosa e um coral lindos. Mas vamos por partes, que a excitação é grande, mas convém que o texto seja coerente. Estes são os novos batons da Avon, os Perfectly Matte. Fiquei a saber da existência deles graças a bloggers inglesas e fiquei curiosa com as comparações, porque não é todos os dias que vemos alguém escrever que existe um baton matte a preço acessível que compete seriamente com os da MAC, com a vantagem de serem muito mais confortáveis. Ora, eu que sou uma mocinha muito dada ao meu Russian Red da MAC, fiquei com a pulga atrás da orelha e contactei a Avon, sendo que prontamente me disponibilizaram 3 tons à minha escolha e 3 batons para um passatempo que já está a decorrer no blogue. A minha vontade era obviamente pedir os três vermelhos, porque sou eu, mas para bem do blogue, desta review e de um espólio de batons mais diversificado cá em casa, optei por escolher um de cada família de cores: Absolute Coral nos laranjas, Vibrant Melon nos rosas e Red Supreme nos vermelhos.

     

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    Ora, e então o que é que tenho a dizer sobre eles? Que quero-os para sempre e que alguém na Avon vai ter de se haver comigo se um dia descontinuam isto. Ora deixem-mee explicar o meu ponto de vista acerca do assunto… Se têm cores melhores que os da MAC? Provavelmente não, mas a MAC é a rainha dos batons e quanto a isso pouco há a fazer. Também não têm um acabamento tão matte como eles, mas são matte o suficiente para mim, que detesto maquilhagem completamente sem brilho. O que me converteu a estes batons foi mesmo o facto de eu conseguir usá-los sem me deixarem os lábios secos e de terem uma durabilidade incrível. Quem sofrer do mesmo mal que eu, que passo a vida com os lábios sempre à beira de começarem a sangrar a qualquer momento por estarem tão secos, sabe que batons matte geralmente exigem uma preparação de uma semana a portar bem e que depois de os usarmos temos de recorrer a tudo o que houver de mais emoliente à face da terra para os recuperar. Não, eu não estou a exagerar, o meu caso é mesmo crónico e mau. Daí que entram estes batons.

     

    Quando fiz estes swatches aproveitei que era de manhã para deixar o Red Supreme nos lábios, filmar uns vídeos e testar os batons quanto à durabilidade e uso. Posso dizer-vos que eram 19h e eu ainda tinha os lábios vermelhos sem retocar a maquilhagem. O baton manteve-se impecável durante o dia, mesmo depois de ter comido, sem qualquer problema de esborratar ou perder muita vivacidade. Houve várias conversas no Whatsapp ao longo do dia em que ia reportando o estado do baton às minhas amigas mais próximas e acho que realmente as deixei entusiasmadas. E a parte melhor foi que no dia seguinte os meus lábios não estavam o habitual caos pós-baton-matte, estavam normais. E normal em mim é uma coisa rara. Daí que, como podem imaginar, se eu adoro batons de cores fortes e acabamento matte, estes são os batons aos quais vou recorrer mais frequentemente, porque se tenho a hipótese de estar confortável não vou pensar duas vezes sobre o assunto.

     

    *estes produtos foram oferecidos pela Avon para review, sem compromisso

  • Vídeo – favoritos de maquilhagem 2016

    Novo vídeo no canal, o prometido vídeo sobre maquilhagem.

     

     

    Produtos mencionados:
    Too Faced Chocolate Bar
    Hourglass Ambient Lighting Edit
    Beauty Blender Rosa
    Pincéis de maquilhagem The Body Shop
    Blush Rockateur Benefit
    Lancôme Teint Miracle
    MAC Pro Longwear Concealer
    Benefit They’re Real

  • Os meus perfumes favoritos

    Os meus perfumes favoritos

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    Eu sou uma pessoa de variar os aromas consoante o tempo e o meu humor. Para mim sempre foi uma coisa natural, isto de ir variando os aromas que uso, mas sei que não é assim para toda a gente. Aliás, a minha amiga Catarina passa a vida a dizer que eu sou tresloucada por mudar de perfume com tanta frequência. A verdade é que hoje em dia nem o gel de banho e o hidratante de corpo são sempre os mesmos, quanto mais os perfumes.

     

    Tenho muitos – provavelmente tenho demasiados – mas aqui está uma selecção dos meus favoritos. Alguns são favoritos de sempre, outros são as mais recentes adições à colecção, mas cada um deles tem um lugar cativo na minha colecção. Tirando as edições limitadas, malditas edições limitadas!

    • Hugo Boss Deep Red – o meu primeiro perfume, oferecido pelo meu irmão algures quando eu tinha uns 15 anos, depois de eu muito pedinchar. As notas principais são de baunilha, laranja, groselha negra, gengibre e sândalo. Gosto de o usar principalmente no inverno, de preferência de noite.
    • Davidoff Cool Water Into the Ocean – nota-se pelo quão gasto ele está que é o meu preferido. Se só pudessse escolher um perfume, seria este – mas é tão fresco que não conseguiria usá-lo na mesma o ano todo. Só tem um problema: era uma edição limitada. O que significa que quando o acabar, acabou-se de vez. Uso-o em pleno verão sem qualquer problema, já que as notas principais são de melão e íris.
    • Nuxe Prodigieux le parfum – uma das novas adições, foi-me oferecido pelas irmãs do meu namorado. É um floral branco, mas que gosto de usar no inverno durante o dia graças à base de baunilha e leite de coco (que são dois aromas de que não costumo gostar, mas que aqui funcionam mesmo bem). Como já era fã do gel de banho da mesma gama, achei que tinha de ter o perfume para condizer.
    • Hugo Boss XX – há uns anos atrás eu tinha uma panca qualquer e só usava perfumes da Hugo Boss. A panca passou, mas este foi um dos que ficou. É o meu perfume de Outono, com jasmim, líchia, groselha negra e tangerina, com base de sândalo.
    • The Body Shop Japanese Cherry Blossom – um favorito de há muitos anos, é super fresco e gosto de usá-lo durante o dia na Primavera. É muito simples, sendo composto apenas por notas de flor de cerejeira, magnólia e maçã, mas resulta muito bem nos dias em que quero apenas um leve aroma que passe quase despercebido, mas que deixe uma sensação agradável.
    • Hugo Boss Femme – mais um da fase Hugo Boss, mas a verdade é que só comecei a apreciá-lo há poucos anos. É um perfume mais adulto e um pouco menos “divertido” do que os restantes da marca. As notas principas são de rosa, frésia e lírio, com base de âmbar e alperce. É um aroma de Primavera puro, fresco, mas com conteúdo.
    • Yves Saint Laurent Black Opium – tenho-o há menos de um mês, mas tornou-se rapidamente num indispensável. É o perfume mais “in your face” que tenho e adoro-o. Só dá para usar em pleno inverno, porque é um aroma mesmo quente e com uma silagem elevada, além de que a duração é de cerca de 48h. As notas principais são de baunilha, café, pêra e jasmim. Eu já andava a namorá-lo há um ano, mas quando a minha amiga Sofia o comprou tive de ser macaquinha de imitação porque era demasiado bom para deixar passar.