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  • Transferência de produtos entre embalagens

    Existem diversos motivos que nos levam a transferir um produto da sua embalagem original para outra embalagem, entre eles o transporte de produtos em férias/viagens (que geralmente exige embalagens mais pequenas), ou o facto de não nos darmos bem com a embalagem original, etc. Só que a verdade é que existe alguma ciência nisto de transferir substâncias entre embalagens. Perdoem-me este post que é quase um tratado, mas prometo que vão ficar a saber algumas coisas importantes se o lerem todo.

     

    Embalagem sem resíduos de outros produtos e limpa

     

    Esta é lógica, certo? Só que temos de ver o que é o conceito de limpo neste caso… geralmente são produtos que vão ser utilizados na pele, certo? Aquilo que vos aconselho é que lavem muito bem a embalagem, eliminando resíduos de óleos e afins que pudessem estar contidos na fórmula anterior. Depois, passem muito bem por água para eliminar resíduos do produto que usaram na lavagem e, por fim, deitem um pouco de álcool, assegurem-se que atinge todos os pontos da embalagem e deixem evaporar. Uma vez que apenas o contacto prolongado com álcool danifica alguns tipos de plástico (nomeadamente o 1, 3, 6 e 7) e não danifica o vidro, esta lavagem rápida com álcool não deverá alterar a embalagem.

    Nota: Na desinfecção do que quer que seja utilizando álcool, usem sempre, sempre álcool a 70º ou 70% (geralmente o da embalagem amarela) porque é o único que funciona como desinfectante. O álcool a 96º (que geralmente tem embalagem azul) não é um antimicrobiano mais poderoso só por ser mais concentrado, na verdade este álcool é realmente bom é para assar chouriço e pouco mais. Resumindo o mecanismo de acção, o álcool torna a membrana das bactérias permeável à água, fazendo com que entre água dentro delas e elas rebentem. Para isso é preciso que haja água suficiente para elas rebentarem, e isso só existe no álcool a 70º (em que 30% é água, ao contrário dos 4% do álcool a 96º).

    Embalagem nova feita de material igual à original

     

    Eu bem sei que esta não é fácil, mas é uma que realmente exige atenção. Uma pequena historinha relativamente a este facto: uma vez abri uma embalagem de amostra de um óleo e, como não o usei todo, deitei o que sobrou num potinho da TBS. Uns dias depois, quando fui limpar a casa de banho, notei que havia óleo por todo o lado à volta desse potinho. O que tinha acontecido? O óleo tinha corroído o plástico, tinha aberto um furo e tinha-se espalhado pela superfície.

    Pronto, isto apenas para vos explicar que é um cuidado realmente necessário. O problema maior aqui é que, ao contrário do que aconteceu no meu caso, muitas vezes as alterações da embalagem e/ou do produto nela contido não são visíveis, ou seja, quem olhar para o produto até pensa que não houve qualquer alteração e pode continuar a utilizá-lo. Só que… o material da nova embalagem pode reagir com o produto que lá pusemos dentro e pode inactivar os compostos. Ou pior, pode modificá-los de tal forma que podem tornar-se prejudiciais à pele. E esta alteração pode dar-se em menos de 24h, por isso mesmo que pensem que é só para levar numa viagem de 2 dias, tenham cuidado.

    Os produtos cosméticos são geralmente embalados no material mais adequado àquele produto, ou seja, num material que não reage com ele. Portanto aqui a regra é olhar para a embalagem e ver o que temos. Se a embalagem for de vidro, a forma mais segura é arranjar uma outra embalagem de vidro. Se for de plástico, já dá mais trabalho. Certamente conhecem aqueles símbolos no fundo das embalagens de plástico que geralmente são usados para fazer a separação e reciclagem. Pois são mesmo esses números que vamos utilizar, pois eles correspondem ao tipo de plástico que é utilizado na embalagem. Assim, os produtos contidos em embalagens com o símbolo 1, têm de ser colocados noutras embalagens que apresentem o mesmo símbolo e por aí fora.

    Opacos vão para opacos

     

    Já acabámos? Não, ainda há mais uma questão a ter em conta: alguns produtos são inactivados pela luz (o exemplo mais comum é o da Vitamina C, que é transformada pela luz e perde a sua actividade). Estes produtos são geralmente embalados em materiais opacos de modo a evitar a degradação por parte da luz. Por isso, por prevenção, todos os produtos que estejam embalados em materiais opacos ou vidro acastanhado (que é o chamado vidro âmbar tipo III e evita que a radiação chegue ao produto e o altere), têm de ser transferidos para materiais semelhantes. Bem sei que muitas vezes não é possível encontrar estes materiais opacos com facilidade, por isso deixo-vos um truque que se aprende em farmácia: quando não há material que proteja da luz, enrola-se a embalagem em papel de alumínio.

    Nunca misturar produtos

     

    Esta é uma recomendação final, que sei que muita gente opta por não cumprir, mas se eu escrever isto, pelo menos sei que fiz a minha parte ao avisar: não misturem produtos. Misturar dois tons da mesma base, por exemplo, não deve ter qualquer problema porque o que geralmente muda é apenas a quantidade de pigmento ou o tipo de pigmento, mas misturar dois produtos diferentes é decididamente um NÃO.

    Imaginem apenas que se um óleo conseguiu corroer completamente o plástico do potinho TBS em poucos dias, imaginem o que dois produtos com ingredientes activos podem fazer entre si… Desde formarem substâncias novas por reagirem entre si (que podem ser prejudiciais para a vossa pele), a inactivarem-se mutuamente ou mesmo a nível de contaminação microbiana, porque os conservantes de um produto estão preparados para proteger aquele produto, não estão preparados para proteger uma mistura daquele produto e outra coisa qualquer. Se os cosmetologistas já têm dificuldades em misturar substâncias e fazer com que tudo corra bem (e eles sabem o que estão a misturar e quais as suas propriedades e com que substâncias aquele material reage), o comum humano terá certamente muitos mais problemas ao fazê-lo.

  • Em que produtos devo investir?

    Depois de vos ter falado nos tipos e estados de pele e de vos ter explicado por que ordem devem aplicar os produtos nas vossas rotinas diárias, agora é altura de vos falar um pouco de onde devem investir o vosso dinheiro em termos de dermocosmética. Acreditem que eu sei o que é estar perdida neste mundo, se há cinco anos atrás me dissessem que eu iria saber a quantidade de coisas que sei sobre DC eu não iria acreditar, portanto não faz tanto tempo assim que eu era mais uma alma crente no marketing e disposta a dar mais dinheiro do que um produto valia, mesmo que não fosse para o meu tipo de pele (“ah, já ouvi falar bem deste produto, a rapariga tem pele seca e eu não, mas ela falou tão bem dele que deve ser mesmo bom” –> os maiores disparates que já fiz na vida aconteceram mais ou menos assim).

     

    A questão na dermocosmética é que nunca sabemos bem para onde nos virar. Para o supermercado, que promete preços baixos e eficácia equiparável aos produtos que custam 10x mais? Para a farmácia, onde esperamos encontrar produtos de tratamento para problemas específicos e/ou pele sensível? Ou para a cosmética selectiva vendida em perfumarias que promete uma experiência e uma qualidade inigualáveis? A verdade mais absoluta que vos posso dizer neste caso é: depende do produto. Hoje em dia não se aplicam as questões de que acabei de falar. A farmácia não vende exclusivamente produtos de tratamento, os produtos de supermercado não são necessariamente baratos, a cosmética selectiva não é inigualável a preços bastante inferiores. E não vos posso sequer falar de marcas, porque mesmo dentro de cada uma delas há produtos certeiros e outros que me fazem querem dar com a embalagem na cara do responsável pela marca. Pessoalmente opto quase sempre por produtos de farmácia ou de cosmética selectiva (gamas mais acessíveis como Clinique ou Clarins).

     

    Dito isto, e para não me dispersar mais, deixo-vos algumas indicações gerais de produtos onde devem investir o vosso dinheiro e em que produtos só valerá a pena insistir se gostarem de os usar. Em breve conto escrever sobre os ingredientes mais falados, para perceberem um pouco por que é que vale a pena investir em produtos que os contenham, mas por enquanto vamos a tipos de produtos.

     

    Invistam:

    • sérum – se tiverem o orçamento extremamente limitado, mas conseguirem investir num produto, é no sérum que vão querer fazê-lo. Ao contrário do que acontecia há 10 anos atrás, em que os cremes hidratantes eram reis e senhores da eficácia de tratamento, hoje em dia os séruns são vistos como muito mais importantes, uma vez que a sua composição passa geralmente por uma fórmula simples com maior poder de penetração e uma maior percentagem de ingredientes activos. É aqui que vão veicular os ingredientes que realmente farão algo pela vossa pele, qualquer que seja a sua condição, por isso se querem investir em algo, vai ter de ser no sérum. Se possível, tenham um sérum para cada tipo de necessidade da vossa pele, eu uso diariamente um para a pele desidratada (com ácido hialurónico) e um antioxidante (com Vit C) que serve também como prevenção do fotoenvelhecimento.
    • agente de limpeza – também conto fazer em breve um post sobre os vários tipos de agentes de limpeza que existem (ou preferiam um vídeo? Avisem-me nos comentários ou por redes sociais), mas vocês precisam de algo que realmente limpe a pele sem a agredir e sem deixar resíduos. Com isto não quero dizer que devem ir a correr comprar um agente de limpeza que custe 40€ (se bem que se puderem e quiserem mesmo comprá-lo, força nisso, vejam é se é de qualidade antes de o comprarem). Mas quero dizer que o agente de limpeza não pode ser o primeiro que agarrarem ou aquele que estiver mais barato “até porque é para limpar a cara e todos eles fazem isso”. Há coisas bastante boas por menos de 10€, mas por favor não agarrem no primeiro que vos aparecer.

     

    Invistam caso haja mais algum orçamento:

    • protector solar – considerando que a ideia aqui é proteger a vossa pele, aconselho sempre a que invistam um pouco mais num protector solar. Além disso, se usarem habitualmente maquilhagem, vai servir também de base para ela e isso traz logo diferenças (geralmente os protectores solares com nanotecnologia são os mais fáceis de usar por baixo da maquilhagem por não terem a consistência típica de um protector solar).
    • tónico funcional – ele diz “funcional” por alguma razão. Mais de 80% dos tónicos à venda são absolutamente inúteis e só servem no caso de vocês gostarem mesmo de os usar por algum motivo. Mas saibam que o mais certo é que ele não esteja a fazer nada à vossa pele. Optem antes por tónicos esfoliantes (com alfa hidroxiácidos como o ácido glicólico ou láctico ou beta hidroxiácidos como o ácido salicílico) ou com ácido hialurónico e vão ver que há realmente uma alteração notória. Ou até uma água termal enriquecida como o Serozinc. Contudo, considerando que o tónico é considerado actualmente como um passo extra, sintam-se livres de excluí-lo completamente da vossa rotina se virem que o orçamento não dá para tudo.

     

    Então e os cremes hidratantes? Bem, eu considero o creme como uma maneira de fornecer nutrientes extra à pele, mas actualmente com a existência de séruns não há grande necessidade de investir num super creme hidratante, porque o seu poder de penetração vai ser muito inferior.

  • Produtos que talvez não conheçam: boosters

    Produtos que talvez não conheçam: boosters

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    Com o lançamento dos novos boosters da Hylamide, lembrei-me que este talvez não seja um tipo de produto conhecido por todos. Os boosters são, tal como o nome indica, produtos específicos para acrescentar/potenciar algo no regime de tratamento de rosto. Vêm da cosmética coreana e são geralmente vendidos em embalagens com conta-gotas/doseador de gotas porque, apesar de poderm ser usados directamente na pele após a limpeza, a sua principal utilização é serem acrescentados aos hidratantes de rosto/séruns no momento da utilização para lhes conferir alguma característica que não tinham. Isto significa que podem ter apenas um só hidratante ou sérum e irem variando o booster consoante as necessidades da vossa pele no momento.

     

    Os mais conhecidos são os da Dermalogica, que incluem um que confere protecção solar factor 50 aos produtos a que for adicionado. Geralmente os boosters são dedicados a pele com falta de brilho, desidratada ou sensibilizada. Além deste stemos também noutras marcas como Dr. Dennis Gross, MV Organic Skincare e Paula’s Choice.

     

    Já conheciam este tipo de produtos? Compravam?

  • Onde procurar informação sobre dermocosmética?

    Onde procurar informação sobre dermocosmética?

    Olá de novo, estive ausente por motivos pessoais, mas andava com este post na cabeça há algum tempo e queria mesmo tê-lo por aqui para vos servir de guia, portanto cá vai, juntamente com um mini rant (ou não seria um post meu).

     

    Ora bem, nestas coisas da internet, quem tem Google é rei. O problema é que a quantidade de coisas menos inteligentes às quais o Google vos pode levar é absolutamente disparatada e diria que representa cerca de 4/5 da informação que por aí anda. E olhem que contra mim falo, que ando há uns anos nisto e só agora me considero um bocadinho mais esperta em certos assuntos, assumindo publicamente a publicação de disparates nos quais embalei através de outros sites menos fidedignos. Mas com os anos uma pessoa aprende, e juntei um número razoável de fontes que me permitem sentir-me mais confiante naquilo que publico.

     

    Enquanto profissional, facilmente me dirijo a livros (bíblias) de dermocosmética disponíveis em algumas bibliotecas como o “Handbook of Cosmetic Science and Technology”, “Cosmetic Dermatology” ou “Cosmetic Dermatology: Products and Procedures”. Além disso, tenho o acesso facilitado a artigos científicos dentro da área, que resultaram numa pasta do Google Sites absolutamente cheia deles. Por outro lado, isto não é o tipo de informação que uma pessoa normal procura (eu assumo-me como pessoa não normal neste campo, uma vez que além do conhecimento técnico e científico que tenho, também é uma área que me interessa e que portanto pesquiso com regularidade). A verdade é que esta coisa da ciência na cosmética é feita 70% de ciência e 30% de opinião, uma vez que é preciso filtrar os milhentos artigos com conclusões divergentes e eventualmente formar a nossa opinião sobre o assunto.

     

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    Além destes livros mais técnicos, gostos de ter outros um pouco mais simples, ou em alguns casos, bastante mais simples. Seriam estes que vos recomendaria se me dissessem que gostavam de saber um pouco mais sobre dermocosmética quando não têm muitas bases científicas sobre o assunto e pretendem uma leitura mais leve. Falo-vos de livros como o “The Skin Type Solution”, “The Beauty Aisle Insider” ou a minha última aquisição “Pretty Honest”. Em termos de livros um pouco mais técnicos posso recomendar-vos o “Milady Skin Care and Cosmetic Ingredients Dictionary” (tal como o nome diz, é um dicionário de ingredientes usados em DC), “Cosméticos: Arte e Ciência” (bastante desactualizado, mas para quem quer uma primeira introdução não é mau e está em português), “Plantas e Produtos Vegetais na Cosmética e Dermatologia” (uma listagem relativamente intensiva de produtos vegetais usados em DC, que acho que complementa bastante bem o dicionário da Milady, com a vantagem de também estar em português).

     

    Quanto a fontes online, é aqui que se dá o maior disparate. Já vi sites de revistas a dizerem disparates impensáveis (uma pessoa assumiria que, se são pagos para escrever, seria suposto escreverem alguma coisa de jeito e fundamentada, mas parece que não), já vi bloggers a dizerem que tudo o que recebem “é bom e cheira bem e têm mesmo de comprar agora”, já vi gente em eventos a dizer disparates monumentais mas a ir a seguir fazer vídeos para lojas online como se fossem experts no assunto… e não me façam falar mais que ainda dá disparate. Dito isto, há umas quantas alminhas que sabem o que dizem e algumas delas até são umas fofas de umas portuguesas giras e inteligentes. Para quem prefere recorrer a fontes online, deixo-vos algumas e a nota de que é possível existirem outros bons sites que não estão citados aqui, portanto se conhecerem algum façam favor de contribuir para a lista na caixa de comentários:

     

    E, por favor, não cedam às estratégias de scaremongering (basicamente espalhar notícias supostamente alarmantes, neste caso sobre “os 84625123 químicos que andas a pôr no teu corpo e te estão a matar lentamente e a levar à loucura a ponto de continuares a ler esta notícia e achares que isto é mesmo assim”). Há fundações/organizações/outras “ões” que se dedicam a procurar problemas, nem sempre relevantes, em tudo o que é ingrediente que se possa pôr no corpo. Por favor, parem de ler esses sites e as suas supostas descobertas alarmantes e horrorosas sobre as coisas que os governos não vos dizem. Tipos não usar parabenos. Sim, essa é uma delas que já ficou tão disseminada na cultura urbana que toda a gente acredita sem questionar. Questionem, pessoas, sempre. Incluindo aquilo que eu digo, como é óbvio, porque vocês têm sempre direito a ter opinião própria, mesmo que seja diferente da minha. De preferência, baseada em factos, porque senão correm o risco de parecer totós, mas cada um sabe de si.

  • Tendência: máscaras com carvão activado

    Tendência: máscaras com carvão activado

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    De quando em vez surge um ingrediente “mágico” e com “super poderes nunca antes vistos”. Às vezes esse ingrediente é mais velho do que nós nesta Terra. E às vezes, muito às vezes, até é um ingrediente que funciona.

     

    O carvão activado é um óptimo adsorvente de partículas (não, não me enganei na letra, é mesmo adsorvente), mas geralmente não era utilizado devido… sim, já adivinharam. À cor. Segundo consta, limpar o rosto com uma substância preta tem tendência a deixar as pessoas pouco crentes quanto à sua eficácia, já que para nós branco é sinónimo de limpeza e o preto está na outra ponta do espectro.

     

    Para quem tem a pele extremamente oleosa, o carvão activado é uma óptima maneira de eliminar o excesso de sebo do rosto e ainda dá para tirar umas selfies giras com uma pasta preta no rosto. A única que já experimentei foi a da Glamglow, que funciona às mil maravilhas em pele oleosa. Contudo, têm mais opções, duas delas acabadas de sair para o mercado (a da Sephora tornou-se da colecção permanente e a da Yes to Tomatoes). Para uma versão acessível e relativamente fácil de arranjar em Portugal, têm a máscara Dark Angels da Lush. A máscara da Origins é tida como uma das melhores, mas só conseguem arranjar em sites internacionais.Por fim têm ainda umas sugestões extra: Peter Thomas Roth, Bioré (cleanser) e Freeman Beauty (esfoliante).

  • Produtos para peles desidratadas

    Produtos para peles desidratadas

    Agora que já vos falei dos tipos e estados de pele, já vos posso começar a falar em produtos para cada um deles sem problemas, porque sei que em caso de dúvidas em relação a este tema vocês podem sempre ir ali consultar. E este foi-me pedido assim que o blogue começou, portanto cá vai (sejam amigos meus, leitores antigos ou leitores novos, espero que saibam que podem sempre fazer pedidos de posts).

     

    A dermocosmética é uma coisa que funciona muito por opiniões (baseadas em experiência, leituras, feedback e mais umas quantas coisas). Em termos de pele desidratada, por ser um estado de pele, a minha opinião é que a melhor forma de a atacar é através de tratamentos específicos em séruns e/ou máscaras. Porque o facto de uma pele estar desidratada não significa que não continue a precisar de emolientes ou matificantes, consoante os tipos de pele. Por isso, para mim os tratamentos para este tipo de casos são em complementos.

     

    A pele desidratada responde bem a um certo número de ingredientes que promovem a hidratação: ácido hialurónico de alto e baixo peso molecular (têm funções diferentes e convém escolherem produtos que tenham ambos), vitamina B5 (pantenol), glicerina,vitamina B3 (niacinamida). Existem extractos florais que contêm diversos compostos que, em conjunto, acabam por resultar também. Dito isto, arranjem um sérum hidratante. A sério. Usem-no de dia, de noite, quando vos apetecer, mas por favor usem um. Mesmo que achem que não têm a pele desidratada (spoiler: provavelmente têm).

     

    Em termos de séruns, deixo-vos aqui algumas sugestões:

     

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    Tentei arranjar de tudo um pouco, entre produtos que facilmente se arranjam por cá e outros que têm de se mandar vir através de lojas online ou amigos noutros países, produtos caros e acessíveis.

    • Hidraderm Hyal (Sesderma) – à base de ácido hialurónico e com nanotecnologia, embora também contenha retinol e reninaldeído em baixas dosagens. Está na minha lista de séruns a experimentar, mas o feedback que tenho é muito positivo. Nos produtos da Sesderma, e eu já comentei isto com eles, além do código de cores facilitar imenso a vida, os nomes são também muito esclareecedores e é uma marca com a qual gosto de trabalhar não só porque têm uma grande qualidade, mas também por causa disto, são uma marca inteligente. Disponível em farmácias ou parafarmácias.
    • Aqualia Thermal (Vichy) – quem fala habitualmente comigo sabe que eu não sou fã da Vichy. Contudo, e como não tenho nada contra a marca em si, se fazem um bom produto, é um bom produto e pronto. Conseguem-no por 25€ ou menos, o que o torna um dos mais acessíveis da lista. Em destaque na composição estão a glicerina e o ácido hialurónico. Disponível em farmácias ou parafarmácias.
    • Hydrating B5 Gel (SkinCeuticals) – tivesse eu ganho o Euromilhões e era para ele que corria. A SkinCeuticals é toda ela sobre ingredientes na quantidade certa e sem marketing necessário. E isso vê-se nos resultados. O destaque aqui vai para o ácido hialurónico e para a vit B5 (e para a quantidade mínima de produto que uma pessoa precisa realmente de usar para ver resultados). Disponível em farmácias.
    • Vinosource Sérum SOS (Caudalie) – para peles desidratadas e para quem gosta de apostar em fórmulas com menos ingredientes sintéticos, este sérum é decididamente um a ponderar. Os ingredientes em destaque são a água de uva, ácido hialurónico e glicerina. É um daqueles produtos que as pessoas compram assim que a embalagem está perto de acabar, porque notam mesmo os resultados. Disponível em farmácias ou parafarmácias.
    • Aquapulpe Elixir (Galénic) – depois da linha ter sido reformulada este sérum foi um dos que me chamou a atenção, e o feedback que tenho dele é bastante positivo. Na sua composição tem glicerina e ácido hialurónico. Disponível em farmácias ou parafarmácias.
    • Hydrabio (Bioderma) – um dia destes a Bioderma vai trazer esta linha para Portugal (fofinhos, eu gosto tantos de vocês, dêem-me ouvidos pf). Conseguem encomendá-la em sites espanhóis, por isso não é difícil de obter e acho que é o sérum desta lista com o preço mais simpático. Tem ácido hialurónico, niacinamida e glicerina.
    • Hydraquench Bi-Sérum Intensif (Clarins) – não sou particularmente ligada à cosmética selectiva, mas a Clarins é uma daquelas marcas que anda sempre debaixo de olho. Às vezes acertam e os produtos são maravilhosos, e é o caso deste sérum. É principalmente à base de ácido hialurónico, mas tem também alguns óleos de plantas na sua composição que o tornam um pouco diferente dos restantes. Disponível em perfumarias.
    • Hyal-Defence (Filorga) – os produtos da Filorga têm habitualmente um desempenho fantástico. Este sérum é à base de ácido hialurónico e tem uns quantos ingredientes que ajudam a preservá-lo quer na embalagem, quer na pele. Tem uma óptima tolerância, mas é um dos mais caros da lista. Disponível em farmácias.
    • Hydraluron (Indeed Labs) – se viram o post das rotinas, sabem que é este aquele que eu uso. E que o meu namorado usa. E que a minha mãe usa. Essencialmente é Hydraluron para a família toda que se quiser sujeitar a isso. Eu gosto muito, muito de produtos que não se perdem em tangas de marketing e vão direitinhos aos ingredientes. A lista INCI deste produto é absolutamente mínima e reduzida ao absolutamente essencial, o que resulta num produto com alta tolerância e eficácia. A desvantagem? Não se vende por cá (quer dizer, já o vi numas lojas a uns proibitivos 40€ quando eu o comprei a £16…). Mas podem sempre pedir a alguém ou ir a Londres de propósito comprar Hydraluron, é sempre uma boa desculpa.

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    Quanto a máscaras, e como eu não sou particularmente a maior utilizadora de máscaras (prefiro sempre uma boa rotina que previna o uso SOS de outros produtos), vou ser bem menos eloquente. Contudo, uma máscara hidratante à mão é sempre uma boa ideia, porque basta um dia em que se sujeitaram muito a ar condicionado (em dias de voos, por exemplo) ou com muito vento para haver uma mini emergência de pele desidratada. por aqui e deixo-vos apenas os produtos:

    • Hydrating B5 Masque (SkinCeuticals) – farmácias ou parafarmácias
    • AquaPrécis (Uriage) – farmácias ou parafarmácias
    • HidroMask (MartiDerm) – farmácias ou parafarmácias
    • Hydraphase (La Roche Posay) – farmácias ou parafarmácias
    • Masque-Crème Hydratant (Caudalie) – farmácias ou parafarmácias
    • Intensive Hydrating Masque (Aveda) – online
    • Rose Hydrate Intense Moisture Masque (Super Facialist by Úna Brennan) – na Kitchen Makeup Boutique ou online
    • Hydra-Intense Masque (Lancôme) – perfumarias
    • Skin Hydrating Masque (Dermalogica) – online
    • Ultra Facial Overnight Hydrating Masque (Kiehl’s) – na loja em Lisboa ou online
  • Ana Alexandre Oliveira

    Ana Alexandre Oliveira

    Sobre mim

    Ana Alexandre Oliveira, 37 anos. Sou licenciada em Farmácia pela ESS, fiz o Programa Avançado de Especialização em Dermocosmética pelo CESIF e trabalho na indústria dermocosmética desde 2015 (primeiro numa marca como formadora e responsável pela comunicação, atualmente num retalhista multi-marca como responsável do departamento de conteúdos e aconselhamento).

    Áreas de interesse:

    • aconselhamento dermocosmético;
    • tendências da indústria a nível nacional e internacional;
    • proteção solar;
    • patologia da pele oleosa (acne, dermatite seborreica);
    • oncologia;
    • hiperpigmentação;
    • sustentabilidade;
    • regulamentar.

    Adepta de comunicação simples baseada em ciência.

     

    Imprensa

    Vogue [Dezembro 2019 – edição impressa] – Double trouble? Que duplas devemos levar a jogo

    Saber Viver [Maio 2021- edição impressa] – Uma Nova Era – Conheça as skinfluencers

    Visão A Nossa Prima [Setembro 2021] – 15 aliados na guerra contra a queda de cabelo sazonal

    Revista Activa [Maio 2022] – Da adolescência às primeiras rugas: os melhores produtos de pele para cada idade

    Revista Activa [Agosto 2023] – Os estimuladores de bronzeado funcionam mesmo?

    Revista OncoGlam [Outono 2023 – edição impressa] – Sem fragrância… mas sem medos

    Revista Cristina [Abril 2024] – O skincare está na moda e as skinfluencers também

    Revista Activa [Maio 2024] – Afinal, o que é um protetor solar mineral e quais as suas vantagens?

    Revista Saúde e Bem-Estar [Outubro 2025] – Cosméticos que podem ajudar no tratamento oncológico

    Lux Woman [Outubro 2025] – Cuidados a ter com a pele no doente oncológico

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    Podcasts

    The Science Network Pod(cast) – Comunicação de Ciencia e Dermocosmética com Ana Alexandre Oliveira

    Skin to Skin Talks – Sustentabilidade em Cosmética

  • Tipos e estados de pele

    Tipos de pele

    • pele normal – Há alguns autores que defendem que não existe definição de pele normal (sendo apenas uma ausência de todas as outras características), há outros que a descrevem como a pele ideal, embora quase impossível de encontrar na idade adulta. De qualquer forma, este tipo de pele pode ser caracterizada pela existência de um equilíbrio ideal entre a gordura e compostos aquosos na pele, conferindo-lhe firmeza, elasticidade, aspecto homogéneo sem variações de textura ou pigmentação, espessura normal e aspecto aveludado.
    • pele oleosa – ocorre quando as glândulas sebáceas (que produzem o sebo ou gordura) têm hiperactividade. Existem dois tipos de pele oleosa, a pele gorda com seborreia fluente (pele de tez lívida, de aspecto luzidio, grão irregular, polos foliculares dilatados, presença de comedões, oleosa ao toque) e pele gorda com seborreia não fluente (tez lívida, de grão irregular, com presença de comedões e microquistos, sendo rugosa e espessa ao toque). Quando a pele tem muita tendência a desenvolver comedões, designa-se por pele acneica.
    • pele seca – a pele seca é um tipo de pele, embora também possa ser um estado transitório. A pele seca deve-se à fraca actividade das glândulas sebáceas e caracteriza-se principalmente pela perda de elasticidade, aspecto rugoso, descamação e poros foliculares pequenos, muitas vezes quase impossíveis de ver a olho nu, sensação de repuxamento. Este tipo de pele tem muita dificuldade em absorver produtos e tem facilmente fases em que está sensível, uma vez que tem uma ausência dos óleos protectores da pele.
    • pele mista – este tipo de pele não é exactamente um tipo, mas sim uma conjugação dos dois tipos anteriormente citados. Geralmente quem tem este tipo de pele apresenta pele oleosa na zona T (testa, nariz e queixo) e pele seca no restante rosto.

    Estados

    • pele desidratada – a pele desidratada caracteriza-se pela diminuição da água (e não de gordura, como na pele seca) na pele, podendo manifestar-se em qualquer tipo de pele. Isto é, uma pessoa pode ter pele oleosa e desidratada, ou pele seca e desidratada. É caracterizada por absorver muito rapidamente toda a água colocada no rosto (absorve cremes muito rapidamente, a maquilhagem fica seca rapidamente no rosto, produtos cremosos ficam facilmente com ar de pó no rosto), a pele descama e pode dar sensação de repuxamento, bem como desenvolver linhas finas mais cedo. Este estado é muitas vezes provocado por factores externos, como produtos de limpeza de rosto ou agressões do meio ambiente.
    • pele sensível – a pele sensível também tem umas quantas discordâncias quanto ao seu conceito, além de que alguns autores a incluem como tipo de pele (porém, coexiste com qualquer tipo de pele, pelo que não sou muito apologista dessa classificação). Alguns autores incluem a pele alérgica na pele sensível (caracterizando-a como um subtipo), outros não (pois afirmam que a origem da reacção é diferente das restantes que consideram dentro da pele sensível). De qualquer forma, é uma pele que tem tendência a apresentar vermelhidões, prurido, sensação de picadas, de queimadura ou de pele esticada, geralmente após contacto com novos produtos ou factores externos como o frio e radiação solar, ou factores internos.
    • pele envelhecida – a classificação desta como um estado é um pouco complicada, porque na verdade, na maioria dos casos, não é reversível. O envelhecimento da pele propriamente dito (porque desde que nascemos que a pele vai envelhecendo) é agravado por diversos factores externos, mas é muito influenciado pela genética. A pele envelhecida começa a perder a elasticidade e a firmeza, apresentando grão irregular e quebras na continuidade da pele designadas por rídulas (ou rugas). A pele torna-se mais frágil e os vasos capilares começam a ser visíveis, havendo também muitas vezes o aparecimento de hiperpigmentações.
    • acne – a acne e a rosácea são, por vezes, consideradas dentro das peles sensíveis, mas pessoalmente prefiro separá-las devido às suas características únicas. A acne era muitas vezes considerada como um problema típico da adolescência, mas especialmente na última década tem havido muitos adultos a desenvolver acne aos 30 ou 40 anos. Caracteriza-se pela formação de comedões abertos (pontos negros) ou fechados (pontos brancos), acompanhados ou não de inflamação, associado a infecção bacteriana após hiperprodução de sebo.
    • rosácea – as pessoas com rosácea apresentam uma pele hiperreactiva, sendo recorrentes a vermelhidão de certas zonas, sensação de calor e facilidade em corar, ocorrendo por vezes inflamação dos tecidos e dilatação dos capilares superficiais.
      hiperpigmentação – a hiperpigmentação é bastante variada, mas corresponde à hiperprodução e consequente acumulação de melanina, levando à existência de zonas mais escuras na pele (sardas, cloasma, cicatrizes de acne, etc). As causas também são variadas, sendo as mais comuns a exposição ao sol, cicatrizes e causas hormonais.
  • Parcerias

    Novas parcerias

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    Exemplos: 

    * produto fornecido pela marca para review

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    * produto fornecido pela marca numa formação

    * post patrocinado por XX

     

    Marcas que já enviaram produtos para review no blogue:

    • Directamente: AvanHeart, Avène, AVON, Barba Brada, Bioderma, Body Natur, Caudalie, D’VINE, Ducray, Garnier, Kiehl’s, La Roche-Posay, Martiderm, Nivea, Neutrogena, Oriflame, Piz Buin, ROC, Sesderma, TattooMed, The Body Shop
    • Via laboral: Apivita, CeraVe, Esthederm, Eucerin, Filorga, ISDIN, Jowaé, Klorane, Lierac, Mesoestetic, Mustela, Nuxe, Phyto, SkinCeuticals, SVR, YOUTH LAB.

     

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  • Protectores solares para rosto

    Protectores solares para rosto

    protector_solar_rosto.PNG

     

     Vocês pediram e aqui está ele, o post sobre protectores solares para rosto.

     

    Por esta altura já devem saber que existem milhentos protectores solares para rosto. Praticamente todas as marcas que produzem protectores solares acabaram por fazer pelo menos um (geralmente até fazem dois, um para pele seca e outro para pele oleosa). Contudo, nem todos têm os mesmos efeitos, não só a nível de protecção propriamente dita, como a nível de reagirem com os produtos que aplicamos em cima. Por isso deixo-vos aqui algumas recomendações de marcas em que confio no que diz respeito a protectores solares (não quer dizer que sejam as únicas, mas se ficasse aqui a falar de todos para sempre não saía daqui hoje).

     

    Piz Buin – a minha relação com a Pizz Buin é antiga, desde pequena que me lembro de aplicar protectores solares desta marca. Só peca por não ter disponível factor 50 para o rosto. O Ultra Light é adequado a peles mistas e contém Vit E (antioxidante).

     

    Isdin – esta é a minha marca de eleição no que diz respeito a protectores solares. Quem me segue no Instagram viu recentemente a minha compra na Primor, que incluiu o novo protector de rosto Water Fusion (o da imagem é o Fusion Fluid). A parte boa (óptima, maravilhosa) da Isdin é que não têm uma série deles e com factores de protecção bastante elevados, sendo que todos incluem ácido hialurónico e Vit E. Disponíveis actualmente encontram:

    -Fusion Water (oil-free e adequado a peles mistas/oleosas e pode ser aplicado em pele molhada)

    -Fusion Fluid (adequado a peles mistas/oleosas, disponível com e sem cor e com versão para crianças)

    -Active Unify (para peles sensíveis, disponível com ou sem cor)

    -Foto Ultra Cream (versão para peles secas)

    -Combi (uma versão portátil adequada a pele de rosto e lábios)

    -Fusion Gel (versão em gel, disponível com e sem cor, ideal para homens com barba)

    -Gel Cream (versão em gel, para pele normal a oleosa)

     

    SkinCeuticals – para quem gosta da abordagem da SkinCeuticals (e pode pagar, obviamente), existem protectores solares totalmente minerais, com versão para peles secas, peles oleosas e inclusivé um protector para a zona do contorno dos olhos. Os factores de protecção vão do 30 ao 50.

     

    Sesderma – a protecção solar da Sesderma é a mais recente adição ao vasto espólio da marca, e promete ajudar a reparar os danos solares além de proteger a pele. Já usei o protector de rosto e fiquei muito bem impressionada, foi bem tolerado pela pele e não interagiu com nenhuma da maquilhagem. Há que referir que este protector solar usa nanotecnologia (o que o torna óptimo para usar com maquilhagem, mas caso sejam contra a utilização de nanotecnologia, não se voltem para este protector… ou para a Sesderma no geral).

     

    Nuxe – a Nuxe tem um protector de rosto para peles secas e outro para peles oleosas, com activos anti-envelhecimento incluídos.

     

    Clarins – tenho amigas minhas que usam este protector e juram que nunca irão mudar. Este protector está disponível em 30 e 50 mL na versão mineral com factor 40 e na versão normal com FPS50.

     

    Kiehl’s – um dos produtos conhecidos por ser compatível com uma infinidade de maquilhagem, é adequado a pele sensível e mista/oleosa.

     

    La Roche Posay – no último ano usei um protector deles e não fiquei particularmente impressionada (usei o protector solar para rosto em peles oleosas – o da banda verde). Maquilhagem mais seca ficava com aspecto de pó na pele. Contudo, o Anthelios AC da imagem é conhecido por ser um dos melhores protectores solares para peles oleosas e reage com muito pouca maquilhagem, sendo ideal para aplicar por baixo de bases líquidas.

     

    Bioderma – A Bioderma dispõe de uma versão para peles oleosas e outra para peles mistas, sendo que cada uma delas existe na opção com ou sem cor. Os protectores solares de corpo da Bioderma são actualmente os que uso e dificilmente podia estar mais satisfeita, já me sujeitei a umas ondas de calor e não fiquei sequer minimamente vermelha, o que em mim é um feito digno de nota. Existe ainda o Photoderm AR para peles com tendência a vermelhidão que tem cor e uma textura muito melhor do que o original.