Author: anacbalexandre

  • Águas micelares da Bioderma – qual escolher?

    Águas micelares da Bioderma – qual escolher?

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    A Bioderma é a marca rainha das águas micelares, sendo a Sensibio/Créaline (a de tampa rosa) a mais conhecida. Mas existem mais algumas disponíveis no mercado e trago-vos uma mini review das 3 que tenho cá em casa.

     

    Bioderma Hydrabio Água micelar (azul)- a nova adição cá em Portugal às gamas da Bioderma, a Hydrabio dedica-se às peles desidratadas. É a mais recente cá em casa e é a minha preferida até agora. Remove a maquilhagem tão bem como a Sensibio, mas não tem qualquer sensação de repuxamento na pele após a utilização e sem resíduos na pele após secar.

     

    Bioderma Créaline/Sensibio Água micelar (rosa) – a linha Sensibio é indicada para peles sensíveis (havendo a versão AR que é para peles reactivas, em particular as que têm rosácea) e é bastante suave. É a que habitualmente uso, mas a verdade é que quando a embalagem grande que uso, vou quase de certeza adquirir a Hydrabio, porque esta ainda assim dá-me alguma sensação de repuxamento na pele, que é algo que não esperava, visto que é indicada para peles sensíveis.

     

    Bioderma Sébium Água micelar (verde) – a Sébium é a linha dedicada a peles oleosas e apenas consigo utilizá-la na zona da testa quando estou com a pele mais oleosa. Para a pele com excesso de oleosidade dá uma sensação de frescura e limpeza, mas não pode de maneira nenhuma ser aplicada em pele normal, já que a sensação de repuxamento é intensa.

     

  • Review: The Skin Owl Eye +

    Review: The Skin Owl Eye +

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    Tipo de produto: hidratante de contorno de olhos
    Função: hidratante e anti-envelhecimento
    Ingredientes principais: aloé, extracto de pepino, ácido hialurónico, aminoácidos, extracto de alcaçuz
    Quando usar: após a limpeza

    Textura: gel-creme
    Aroma: pepino

    Embalagem: boião de vidro
    Quantidade: 23 g

    Preço: 36£
    Onde comprar: Cult Beauty

     

    Primeira review de produtos da Cult Beauty Box #2 da Caroline Hirons, começamos por um dos que me tinha deixado mais entusiasmada, já que tenho sempre muita tendência para ter milia e este hidratante parecia ser dos poucos que a minha pele aguenta. Só que… quando o testei pela primeira vez ao fim de cerca de 1 minuto comecei a sentir um ardor intenso na zona onde tinha aplicado e tive de ir remover logo o hidratante. Deixei passar mais alguns dias, voltei a aplicar e voltou-me a acontecer o mesmo. Quando já estava convencida de que tinha alergia ao hidratante, o meu namorado decidiu testar para ver se lhe acontecia o mesmo e aconteceu. Contactei a marca a perguntar se era normal e após uma troca de e-mails fiquei a saber que um pequeno lote que foi integrado na caixa tinha sido exposto a temperaturas muito elevadas e tinha ficado mais activo, sendo que algumas pessoas não sentiam diferença e outras sentiam essa sensação de queimadura. Substituíram-me prontamente o boião e comecei a usá-lo logo no dia em que chegou.

     

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    O hidratante é em textura gel-creme muito fácil de espalhar, embora tenha um aroma um pouco estranho ao primeiro embate. Se bem que a verdade é que por esta altura já não me faz impressão, o aroma a pepino é mesmo muito intenso, e abrir um boião e de repente o hidratante cheirar a salada é esquisito. De qualquer forma, como o hidratante é para o contorno de olhos o aroma não é significativo.

     

    Em termos de efeitos, ele supostamente tem efeito anti-envelhecimento que eu não noto porque felizmente não tenho sinais de envelhecimento, mas em termos de hidratação é mesmo notório. A zona do contorno dos olhos ficou mais flexível, com mais elasticidade e notoriamente hidratada e confortável, além de que noto redução nos papos que tenho sempre de manhã. Uma vez que a textura é em gel-creme, o acabamento não é gorduroso e é rapidamente absorvido, por isso pode facilmente ser usado de manhã antes de aplicar a maquilhagem.

     

    Se tudo continuar a correr como tem corrido, este hidratante para o contorno dos olhos vai tornar-se numa constante cá em casa, mesmo que o preço não seja o mais convidativo de sempre.

  • Séruns: o que são e como usar

    Séruns: o que são e como usar

    Actualmente é quase impensável pensar em rotinas de rosto sem séruns. Use-se ou não, a grande maioria das pessoas sabe pelo menos que eles existem, mas há 10 anos quase ninguém falava neles. Foi mesmo nesta década que eles tiveram o seu grande boom, principalmente a partir de 2011, e desde aí que não houve qualquer hipóitese de voltar atrás.

     

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    O que são séruns?

     

    Os séruns (os bons, pelo menos) são concentrados de activos que são formulados para uma maior penetrabilidade na pele. Traduzindo: têm mais ingredientes que realmente funcionam e conseguem chegar a camadas mais inferiores da pele quando comparados com hidratantes. Geralmente são formulados de forma a que sejam utilizados por todos os tipos de pele, não contendo os típicos ingredientes nutritivos utilizados nos cremes hidratantes. A sua textura é fluída e a absorção mais rápida.

     

    Quais os benefícios dos séruns?

     

    Os benefícios vão depender dos ingredientes que o sérum contém (existem séruns para praticamente todos os problemas de pele à face da terra), mas como regra pode-se dizer que, comparando com hidratantes com o mesmo objectivo de tratamento, são mais eficazes a atingi-lo.

     

    Quando começar a utilizar um sérum?

     

    Agora. Para ontem, de preferência. Não há nenhuma pele que não beneficie de algum tipo de sérum. Não estou a dizer que com 19 anos têm de ir já a correr comprar o Advanced Night Repair da Estée Lauder, mas hoje em dia existem séruns adequados a todos os tipos de pele e portanto qualquer pessoa a partir da adolescência pode e deve utilizar séruns adequados.

     

    Como se utiliza um sérum?

     

    Os séruns devem ser aplicados em pele limpa, antes dos hidratantes, protectores solares ou maquilhagem. Para quem utiliza esfoliantes líquidos ou tónicos, o sérum deve ser aplicado após esses produtos. Caso queiram aplicar mais do que um sérum, funcionem por textura: texturas aquosas primeiro e oleosas no fim. Os séruns podem ser aplicados em todo o rosto ou apenas em zonas localizadas, mas é sempre necessária uma pequena quantidade (no rosto tenho por hábito utilizar 3 gotas, se for localizado apenas uma chega).

  • Alternativas ao esfoliantes com partículas de plástico

    Alternativas ao esfoliantes com partículas de plástico

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    A Ana Araújo pediu e aqui estão as minhas sugestões. Para quem não sabe, os esfoliantes físicos com partículas de plástico foram banidos nos EUA por se ter provado que afectam a vida marinha (a degradação das partículas de plástico é tão lenta que acabavam por interferir nos ecossistemas marinhos). Assim, e como há quem esteja preocupado com esse aspecto dos produtos, vim sugerir alternativas a esses esfoliantes, de forma a que contribuam para a protecção dos ecossistemas no nosso planeta.

     

    Para começar esta conversa sobre esfoliantes, há que referir que a ideia principal porr detrás do uso de um esfoliante é a remoção da camada de células mortas que existe à superfície da pele. Idealmente estas células sairiam por si próprias, mas devido a uma série de factores acabam por não conseguir e a pele acaba com um aspecto rugoso, com maior dificuldade na absorção de produtos e com maior propensão a acne. Portanto, sim, é importante esfoliar a pele, não só para maximizar a eficácia dos restantes produtos que utilizam, mas também para prevenir imensos problemas.

     

    Dito isto, existem três tipos de esfoliantes: físicos, químicos e enzimáticos.

     

    • esfoliantes físicos actuam através da abrasão das células de forma mecânica, ou seja, usam partículas mais duras para remover as células mortas à face da pele. Este tipo de esfoliação tem a desvanatagem óbvia de poder provocar micro lesões, especialmente quando se utilizam partículas de forma irregular como caroços de fruta, casca de frutos secos e outros semelhantes. Foi nesse sentido que foram desenvolvidas as partículas de plástico, uma vez que apresentavam dimensões semelhantes entre si e uma forma regular, mas dado o risco para a vida marinha acabaram também por ser excluídas legalmente das fórmulas. Uma alternativa melhor dentro deste tipo de esfoliação passa pelas escovas de limpeza. Pessoalmente não sou fã das escovas mecânicas, uma vez que a abrasão que provocam é demasiado intensa e pode levar a outros problemas, mas as escovas manuais de cerdas suaves são uma boa hipótese (e dentro destas sugiro-vos a Beauty Tool da Youth Lab, com um PVP de 8€)

     

    • esfoliantes enzimáticos são por vezes considerados uma sub-classe dos esfoliantes químicos, mas contêm enzimas de fruta, nomeadamente a papaína e bromeleína (da papaia e ananás, respectivamente). Estas enzimas decompõem as substâncias que mantêm as células superficiais agregadas, sendo assim mais fácil as células separarem-se e ocorrer a esfoliação. Estes são geralmente os esfoliantes mais caros e menos comuns, mas a DVINE lançou um este ano que contém papaína e que vos sugiro aqui, o Grape Skin and Pips Facial Scrub (o produto deveria funcionar como esfoliante físico e enzimático, mas como não faço os movimentos circulares utilizo-o apenas como enzimático) – não vos consigo confirmar o preço neste momento, mas penso que é cerca de 40€.

     

    • esfoliantes químicos funcionam através de um método semelhante aos enzimáticos, mas recorrendo a ácidos em baixas concentrações (soa assustador, mas é tudo muito seguro e é o método que mais utilizo). O mais comum é o ácido glicólico, mas podem ser usados vários outros AHA ou ácido salicílico. As três opções que vos apresento são de ácido glicólico. Começo pelo Pixi Glow Tonic que é o que tenho usado mais frequentemente. Contém 5% de ácido glicólico, ginseng e aloé vera, custa cerca de 20€ mas só se consegue comprar em sites internacionais (o meu veio da Cult Beauty na Box #2 da Caroline Hirons). Depois, um mais simples de arranjar é o Doux Exfoliant da Clarins, facilmente encontrado em perfumarias por cerca de 25€. Infelizmente a Clarins tem uma política de não divulgar a percentagem de ácido glicólico, pelo que não vos consigo dizer a concentração. Por fim, a nível de farmácia encontramos a Keracnyl Lotion Purifyant da Ducray, cuja concentração de ácido glicólico também não é indicada, mas tem um preço bem mais simpático, cerca de 9,50€ e podem encomendá-lo directamente da Skin.
  • Investir ou comprar o mais barato?

     

    Hoje em dia dou por mim a comprar cada vez menos e cada vez mais caro. E isso pôs-me a pensar: será que vale a pena investir em dermocosmética e maquilhagem? A resposta a que cheguei foi que depende de muita coisa, além da razão óbvia do orçamento disponível.

     

    Numa fase inicial da minha vida comecei por comprar muita coisa e barata, o que para mim faz sentido. Numa fase em que eu própria não sabia aquilo de que gostava e o que me ficava bem, para mim sempre fez sentido tentar experimentar tudo (cores, texturas, tipos de produtos, modos de aplicação, tipos de embalagem, etc.). A melhor forma de experimentar tudo sem dar cabo do orçamento é ir para as marcas mais acessíveis. Contudo, 12 anos depois de ter começado a ligar alguma coisa a cuidados de pele e maquilhagem, já tive tempo para testar muita coisa. Começou a ser a hora de investir em qualidade em vez de quantidade. Mas isso implica que é necessário fazer escolhas, porque passo a pagar por um produto o mesmo que pagaria por 4 ou 5 mais baratos. E portanto aqui ficam algumas perguntas que faço a mim própria sempre que estou a pensar se hei-de investir o dinheiro.

     

    Sei que me vou dar bem com ele?

    Se já pude testar o produto é meio caminho andado para comprar. Custa-me sempre muito investir num produto sem nunca antes o ter testado no rosto, especialmente quando são produtos muito caros. Seja através de amostras ou de demonstrações (mini faciais, sessão de maquilhagem) prefiro sempre experimentar primeiro.

     

    Quão frequentemente vou usar o produto?

    Se é para investir, é para usar com frequência. Portanto há que considerar sempre esse factor, porque mesmo que seja a melhor coisa de sempre mas sabem que não lhe vão dar uso (seja porque já sabem que são preguiçosas, porque não se costumam dar bem com esse tipo de produto ou porque requer mais tempo do que estão dispostas a dar), talvez não valha muito a pena dar aquele dinheiro todo por ele.

     

    Estou a pagar pela fórmula/tecnologia ou pela marca?

    Se for um produto realmente inovador não costumo ter problemas em pagar um pouco mais para pagar pela ideia original. Mas há que considerar sempre se estamos a pagar por um sérum Chanel o correspondente aos ingredientes e tecnologia utilizados ou só estamos a pagar para ter um produto Chanel em cima da cómoda. Vejam se existem equivalentes muito mais baratos, que utilizem fórmulas e tecnologias semelhantes e não vos tirem demasiado dinheiro.

     

    Sei de algum sítio que costume ter promoções/campanhas com esta marca? Posso esperar?

    Há lojas que sabemos que têm promoções em determinadas alturas do ano ou com relativa frequência. Se não tivermos pressa de arranjar o produto, é sempre uma hipótese esperar pela promoção que sabemos que vai acontecer mais cedo ou mais tarde.

     

    Quero muito este produto independentemente de tudo o resto?

    Podem ter chegado à conclusão de que não precisam do produto, de que se calhar há alternativas mais baratas e que se calhar estão a pagar mais pela marca ou imagem do que propriamente pelo produto em si. E ainda assim querem-no na mesma e conseguem pagá-lo. Comprem-no. A vida é vossa, o dinheiro também, façam o que vos apetecer com ele.

  • Review: eyeliner líquido Luxe da Avon

    Review: eyeliner líquido Luxe da Avon

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    Tipo de produto: eyeliner líquido
    Cor: preto
    Acabamento: brilhante
    Pigmentação: elevada
    Durabilidade: alta

    Embalagem: eyeliner líquido clássico, com aplicador em esponja
    Quantidade: 4 g

    Preço: 15€
    Onde comprar: revendedora Avon

     

    As minhas primeiras tentativas com eyeliner líquido há uns anos atrás resultaram naquilo que se esperava: eu a virar panda. Desde aí que deixei os eyeliners líquidos mais de lado e tenho sido fiel ao eyeliner em gel ou em lápis. Mas uma pessoa é teimosa e, quando recebi e-mail acerca deste eyeliner como sugestão da Avon para a passagem de ano, resolvi pedir à responsável pela comunicação da marca que mo enviasse. Afinal de contas, sentia-me preparada para dar mais uma hipótese ao eyeliner líquido e porque não começar por aquela que me parecia ser uma boa sugestão a um preço acessível? Mas a verdade é que dada a minha pouca experiência com eyeliner líquidos, fazer uma review deste não ia ser mais fácil. Portanto chamei as tropas na pessoa da minha amiga Catarina, que usa eyeliner líquido há anos e consegue fazer um delineado que é a inveja de toda a gente, e pu-la a experimentar e a dar a sua opinião. Veredicto? Uma óptima relação qualidade/preço.

     

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    Vamos então às características do produto. Para começar, o aplicador é muito prático. O facto de ser em esponja faz com que mantenha facilmente a sua forma e com que seja mais fácil fazer um contorno direito. O sítio para agarrar é bastante amplo, garantindo a estabilidade ao aplicar. Em relação ao produto em si, a primeira coisa que me agradou foi a cor: um preto realmente preto (eyeliners cinzentos-a-fugir-para-o-preto são imediatamente descartados comigo) e com acabamento ligeiramente brilhante. O produto é bastante líquido e não arrasta facilmente, ou seja, não corremos o risco de andar a fazer estradas brancas a meio do eyeliner quando tentamos retocar. A única coisa que tenho a apontar é o facto de não aguentar quando mexemos nos olhos (esfregar os olhos significa que vamos esborratar/remover parte do eyeliner).

     

    Essencialmente aquilo que tenho a dizer é que este eyeliner restaurou a minha fé nas minhas capacidades de utilizar eyeliners líquidos. É prático de usar, é realmente preto e tem uma boa duração. É tudo aquilo de que precisava para voltar a querer testar eyeliners líquidos sem medo de parecer um pequeno panda.

     

    *este produto foi oferecido pela Avon para review, sem compromisso

     

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  • Workshop da DVINE

    Workshop da DVINE

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    No passado mês de Dezembro fui ao Porto a um workshop da DVINE a convite da Marta, responsável pela comunicação da marca. Já conhecia a marca através da imprensa, já que esta é a marca  de cosmética selectiva desenvolvida com base no vinho do Porto (patentearam mesmo o aroma utilizado na linha, à base de uvas frescas, ameixa, cereja, madeira, chocolate e frutos silvestres).

     

    O workshop teve lugar na Casa dos Arcos na Foz, e a apresentação estava dividida em vários pólos. Tínhamos primeiro a avaliação do nosso rosto em relação a quatro parâmetros através de um aparelho especializado, depois da qual seguíamos para o local onde podíamos testar e aplicar os produtos.

     

    A Dvine tem actualmente duas grandes linhas, a Light Harvest, com os cuidados essenciais de rosto como limpeza, tónico, esfoliante e hidratantes; e a Gold Harvest, dedicada a peles com necessidades maiores de cuidados anti-envelhecimento.

     

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    Graças ao simpático Luís Henriques, responsável pela distribuição da marca, pude trazer para casa o gel de limpeza de rosto e o esfoliante (físico e enzimático), que já tenho andado a testar desde essa altura. Em breve review no blogue.

     

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  • Apresentação: YOUTH LAB.

    Apresentação: YOUTH LAB.

    Por esta altura já sabem que trabalho na YOUTH LAB. há alguns meses. Mas dei conta que, apesar de referir a marca algumas vezes, ainda não vos tinha falado devidamente da marca. Portanto, para compensar, trago-vos agora aqueles que, para mim, são os produtos de destaque na marca.

     

    Antes de mais, de onde vem a YOUTH LAB.? É uma marca grega, muito focada em produtos com boas fórmulas, na biocompatibilidade e em produtos que consigam exercer várias funções em simultâneo, por forma a encurtar o tempo que temos de investir nos tratamentos de rosto. Além disso tem uma relação qualidade/preço mesmo muito boa, o que para mim é um factor que pesou muito na decisão de aceitar este emprego.

     

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    Estes são os meus preferidos.

    Daily Cleanser (peles oleosas) – é muito raro eu dar sequer oportunidade a geles de limpeza de rosto, uma vez que geralmente são demasiado agressivos, mas este é diferente. Tem a função óbvia de limpar o rosto, mas fá-lo sem agredir ou desidratar a pele.

    Restoring Serum – o meu produto favorito da linha anti-envelhecimento, este sérum tem vários péptidos, Neodermyl, ácido hialurónico e vitamina C estabilizada (além de ter um recipiente airless). Isto significa que é um sérum anti-envelhecimento com várias funções, desde anti-desidratação a antioxidante, a combater as rugas e perda de firmeza.

    Balance Moisture Cream – com ácido salicílico, este hidratante tem feito parte da minha rotina da noite desde que tive o problema épico de borbulhas na testa. Faz uma ligeira esfoliação, hidrata (tem ácido hialurónico e niacinamida) e mantém a produção de sebo controlada.

    Deep Moisture Cream – um creme para peles secas que me conquistou à primeira. Não o uso porque a minha pele está bem longe de precisar de nutrição profunda, mas todo o feedback que tenho tido de quem é utilizador frequente tem sido óptimo. Apesar de ser um creme muito nutritivo para peles secas, ele tem uma tecnologia de cristais líquidos que permite que a absorção seja bastante rápida. Isto é óptimo para quem tem pele seca mas detesta a sensação untuosa que os cremes nutritivos costumam deixar, bem como para quem se quer maquilhar depois de aplicar o creme, já que a maquilhagem mantém-se impecável, funcionando como um bom primer de peles secas.

    Thirst Relief Mask – uma das novidades deste mês, esta máscara hidratante tem tudo de bom para quem necessita de uma hidratação em SOS. Pode ser usada como máscara normal (aplicar 10 minutos e remover) ou como tratamento durante a noite, em que se aplica uma camada do produto e se vai dormir, removendo o excedente no dia seguinte.

    Cleansing Radiance Mask – o meu chefe é minha testemunha do meu entusiasmo com esta máscara. Em Novembro, quando recebi as primeiras informações sobre as máscaras e li que esta tinha ácido glicólico e salicílico na composição, fiquei ali à beirinha da histeria. Um tratamento com ácido glicólico era algo se que eu já há muito falava que adoraria ter na gama e tive a sorte de se realizar num instante. Acho que já ninguém tem dúvidas quanto à eficácia da utilização de AHA e BHA numa rotina de cuidados de pele, e esta máscara tem uma eficácia comprovada (por mim e pela Bárbara Brandão, que foi ao escritório no dia em que as máscaras chegaram e andou alegremente pelo escritório de máscara no rosto comigo, porque reuniões entre nós não têm nada de comum).

    CC Complete Cream – um CC cream que realmente tem SPF? Aleluia! E ainda por cima existe em duas fórmulas, uma para peles oleosas e uma para peles normais a secas. Além de ter uma cobertura média, ácido hialurónico e protecção solar, tem também péptidos biomiméticos, tornando-o um hidratante muito completo. Pessoalmente não o uso porque tem apenas um tom e eu sou clarinha demais para ele, mas para peles que não sejam transparantes como a minha tem resultados mesmo muito bons. Contudo, existe uma alternativa para pessoas branquinhas como eu…

    Daily Sunscreen Gel Cream SPF 50 – este! O protector solar existe também em duas fórmulas (pele oleosa e pele normal a seca) e tem protecção solar factor 50. Só que, além disso, também tem cor, mas esta é uma cor clara e usável até por quem é muito branca. Ambas as fórmulas têm ácido hialurónico e têm protectores solares químicos, que garantem que não existem caras brancas por reflexão da luz em pleno verão.

    Beauty Tool – não é uma ferramenta que utilize frequentemente, mas há quem a use diariamente cá por casa (e eu só deixo utilizar coisas que sejam realmente boas). Esta escova permite fazer uma limpeza mais profunda quando associada a um agente de limpeza, sem agredir a pele e efectuando uma esfoliação suave.

  • Tratamento com isotretinoína – que cremes usar?

    Tratamento com isotretinoína – que cremes usar?

    O tratamento com isotretinoína (nome comercial Roacutan) é utilizado em casos extremos de acne. Sendo um derivado da vitamina A, a isotretinoína tem diversos efeitos adversos, sendo o mais comum a secura intensa da pele, pelo que os produtos anteriormente utilizados por quem sofria de acne têm de ser obrigatoriamente deixados de parte em prol de um regime de tratamento que seja extremamente hidratante.

     

    A primeira coisa a mudar são os cuidados de rosto. Todos os produtos que eram utilizados para lavar o rosto e que eram extremamente desengordurantes vão ter de ficar de lado. O truque aqui é apostar em produtos preparados para peles sujeitas a tratamentos com isotretinoína e existem linhas próprias para isso a nível de farmácia. Em termos de hidratantes o ideal é também apostar num bom hidratante para peles sujeitas a tratamento. Deixo-vos algumas das melhores sugestões que conheço:

     

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    Limpeza:

    Hidratante:

     

     

    Para os lábios é também frequente serem necessários tratamentos intensivos, bem mais fortes do que aquilo de que habitualmente necessitam, pelo que vos deixo algumas sugestões:

     

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    La Roche-Posay Cicaplast Baume Reparateur

    Nuxe Rêve de Miel Baume Lévres

    Noviderm Boréade R Stick Lévre

    Carmex Tubo

     

    Para o corpo, deixo-vos também algumas sugestões, já que a secura reflete-se em toda a extensão da pele:

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    Bioderma Atoderm Creme Lavante

    Eucerin Óleo de Duche

    ATL creme hidratante 1kg

    The Body Shop Body Butter (Manga)

     

  • SOS crise de borbulhas – o que fazer?

    SOS crise de borbulhas – o que fazer?

    Lembram-se de vos ter dito que tinha parado de tomar a pílula e que a minha testa estava de volta em toda a sua oleosidade? Bem, aconteceu o que se esperava e tive uma crise daquelas manhosas de borbulhas pela testa fora em adulta. É algo típico de pessoas com pele mista a oleosa que deixam de tomar a pílula, por isso estava basicamente com o tempo contado à espera que acontecesse, mas não deixa de ser uma situação chata porque é algo que não tinha desde a adolescência. A situação está actualmente controlada, por isso vim contar-vos aquilo que fiz e a que produtos recorri.

     

    O que fazer numa crise de borbulhas em adulta?

    • Fugir avidamente de tudo o que seja oil free e matificante, pois temos a pele reactiva e arrancar-lhe toda a gordura que a protege é péssima ideia;
    • Lavar todos os pincéis de maquilhagem e restantes acessórios;
    • Verificar prazos de validade e aspecto dos produtos habituais;
    • Reduzir a quantidade de produtos que se coloca e, se possível, andar sem maquilhagem enquanto o rosto cicatriza;
    • Não mexer nas borbulhas (estas confesso que ainda tenho de aprender, principalmente no início quando não me tinha apercebido das proporções que isto ia tomar);
    • Utilizar toalhas de rosto exclusivamente para o limpar (não usar as das mãos) e mudá-las com maior frequência;
    • Comer bem, de forma saudável. Evitar o açúcar e o álcool, apostar em frutas e legumes frescos para aproveitar os benefícios dos seus compostos, em particular comidas ricas em zinco, selénio, vitamina E, vitamina C e vitamina A.

     

    Produtos que utilizei durante a crise

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    Andei numa fase de “keep it simple, stupid”. Limpeza com o gel Daily Cleanser para peles oleosas da Youth Lab, que não remove a protecção da pele por ter substâncias emolientes e hidratantes. Depois das duas uma:

    • aplicava o Pixi Glow Tonic (ácido glicólico a 5%, aloé vera e ginseng) num algodão e passava na zona, aplicando-lhe de seguida o Phyto Corrective da SkinCeuticals para acalmar e hidratar sem deixar a pele gordurosa;
    • saltava o tónico e aplicava o Phyto Corrective directamente na pele limpa, aplicando de seguida nas zonas problemáticas o BiRetix Duo da IFC, que possui dois tipos de retinóides, ácido salicílico e papaína.

     

    Produtos de manutenção

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    Como devem imaginar tenho facilidade de acesso aos produtos da Youth Lab, por isso é muito por aí que vou enveredar durante as próximas semanas. Vou manter a limpeza de pele com o Daily Cleanser para peles oleosas e a esfoliação em dias alternados com o Pixi Glow Tonic. O Phyto Corrective da SkinCeuticals também se vai manter, mas vou começar a misturar duas gotas dele com uma do booster de hidratação da Odacité. A hidratação da zona passa a ser com o Balance da Youth Lab, que também tem ácido salicílico na sua composição, mas numa concentração mais baixa e que permite a sua utilização em toda a extensão da pele. Entretanto chegam as novidades da Youth Lab deste mês, e eu vou abusar da Cleansing Radiance Mask, que contém ácido salicílico e ácido glicólico na sua composição para utilizar uma vez por semana.